 |
 |
|
|
| 03/12/2005 |

Escrito por Bruna, Carolina e Luciana às 17h26
[]
[envie esta mensagem]
|
|

Escrito por Bruna, Carolina e Luciana às 17h25
[]
[envie esta mensagem]
|
|
O que é um buraco negro?
Um buraco negro se origina quando a velocidade de escape de um corpo equivale à velocidade da luz. Um corpo com a massa do Sol e com um raio de 2,5 quilômetros. Os buracos negros são possíveis pontos finais na evolução de uma estrela: é interessante notar que, enquanto as estrelas são grandes fontes energéticas do Universo, os buracos negros constituem verdadeiros redemoinhos energéticos, pois suas atrações gravitacionais são incomensuráveis, podendo até atrair e desviar raios luminosos.
A formação dos corpos celestes, aos quais dá-se a denominação de buracos negros, é resultada a partir da perda do equilíbrio do núcleo das estrelas. Desta forma, uma grande compressão gravitacional é gerada, constituindo o fator responsável pelo esmagamento da matéria destes corpos celestes. Um grande desafio para a ciência reside no fato do total "desaparecimento" da matéria atraída pelos buracos negros. Tais corpos celestes possuem a maior atração gravitacional entre todos os corpos celestes encontrados no Universo. A atração gravitacional dos buracos negros é de tal magnitude que até os feixes luminosos incididos nas suas proximidades são obrigados à propagação curvilínea. Portanto, sabendo-se que os raios luminosos propagam-se em linha reta, os buracos negros são responsáveis pela "quebra" de uma das leis da Física que regem nosso Universo.
É importante lembrar que ainda não foi confirmada a existência de Buracos Negros.
Escrito por Bruna, Carolina e Luciana às 17h13
[]
[envie esta mensagem]
|
|
As três leis de Kepler: Primeira lei: Um planeta se move descrevendo uma órbita elíptica tendo o Sol como um dos focos. Segunda lei: A linha que liga o Sol ao planeta varre áreas iguais em intervalos de tempo iguais. Terceira lei: É constante para todos os planetas a razão entre o tempo (T) que o planeta leva para dar uma volta completa em torno do Sol elevado ao quadrado e o raio médio (r) de sua órbita elevado ao cubo. T2/r3 = constante. As leis de Kepler aplicam-se a quaisquer corpos que gravitem em órbita de uma grande massa central. Por isso, elas são aplicáveis não apenas ao nosso Sistema Solar, como também a outros sistemas do Universo. Elas podem ser também ser aplicadas, por exemplo, para um satélite que gravite em órbita de um planeta qualquer.
Escrito por Bruna, Carolina e Luciana às 17h07
[]
[envie esta mensagem]
|
|
Sua relação com Copérnico: uma balança cujos braços seriam de um comprimento infinito não teria nenhum ponto de apoio — ou antes, cada ponto de seu braço o seria —, um sólido infinitamente grande teria um centro de gravidade indeterminado, um movimento sobre uma circunferência infinita não seria centrado, seria um movimento retilíneo.
É então perfeitamente fácil de ver o quanto a questão do ponto fixo é decisiva, não mais somente em geometria ou em mecânica, mas em toda a cosmologia da era clássica. Segundo o que o Universo é infinito ou o Mundo finito, o Mundo é centrado ou o Universo descentrado. Entre essas opções fundamentais concorrem todas as decisões portando sobre a configuração, o movimento e o equilíbrio cósmicos, isto é, todas as decisões portando sobre os conceitos geométricos, mecânicos e astronômicos.
A visão cosmológica é o paradigma compreensivo de todas essas opções; o problema do ponto fixo dele é o índice mais simples, a marca elementar. E, de fato, em Copérnico, Tycho Brahé, Kepler, encontramos como um invariante de seus procedimentos, no entanto tão diferentes, a associação finitude-ponto central, que esse último seja a Terra (Ptolomeu, Tycho), o Sol (Copérnico), ou um ou outro indiferentemente (primeiros trabalhos de Kepler).
Escrito por Bruna, Carolina e Luciana às 17h04
[]
[envie esta mensagem]
|
|
Kepler
Quem foi?? Kepler nasceu no dia 27 de dezembro de 1571, na região da Suábia (hoje, o sudoeste da Alemanha). Sofreu de miopia e poliocopia anocular (visão múltipla). Teve problemas para se relacionar, tinha um gênio bem difícil, mas era muito inteligente. Por sua inteligência foi recebido aos 13 anos no seminário de teologia de Adelberg e ganhou uma bolsa de estudos do duque de Wurttenberg. No seminário, também teve seus problemas: desprezou os colegas e o próprio seminário e se enterrou nos estudos.
Os professores o acharam brilhante e alguns o acompanharam por toda a vida. Seus problemas se esvairam ao final da adolescência. Formou-se na Faculdade de Artes da Universidade de Tubigen aos 20 anos e resolveu seguir os estudos por mais quatro anos na faculdade teológica. Contudo, antes de se diplomar, foi convidado para ser professor de Astronomia e Matemática na província de Graz, capital da Estíria (hoje, Áustria). No entanto, para isso, teve de fazer também previsões astrológicas, o que repudiou.
Um de seus maiores enganos foi cometido em 09 de julho de 1595, quando desenhava formas geométricas no quadro-negro. Ele estava explicando o sistema heliocêncentrico (sistema que explica que os planetas giram em torno do sol) aos seus alunos quando lhe pareceu significativo existirem apenas seis planetas (na época só se conhecia seis deles) e cinco sólidos perfeitos (cubo, tetraedro, octaedro, dodecaedro e icosaedro). Resolveu increvê-los e circuncrevê-los dentro de seis esferas de forma que, houvesse, de fora para dentro : uma esfera, um sólido, outra esfera, outro sólido...E verificou que as distâncias entre as esferas eram proporcionais às distâncias das entre as órbitas dos planetas. O problema é que isso só funcionou no caso de Marte, Terra e Vênus e era um total absurdo nos casos de Júpiter e Mercúrio. No caso de Júpiter disse não haver importância pois o planeta estava longe demais. E no caso de Mercúrio, chegou a fraudar o número para não cair em contradição.
Escrito por Bruna, Carolina e Luciana às 16h47
[]
[envie esta mensagem]
|
[ ver mensagens anteriores ]
|
|
|
|
|
|
|
|

|